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Duas apostas dividem prêmio de R$ 65 milhões da Mega-Sena

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Após nove sorteios consecutivos sem um acertador das seis dezenas, a Mega-Sena enfim viveu uma noite com final feliz. Nesta quarta-feira, no sorteio número 1992, realizado na cidade de Cardoso Moreira (RJ), duas apostas levaram o prêmio máximo da loteria, que era avaliado em R$ 65 milhões.

Uma aposta de Campos Belos (GO) e outra de Araguari (MG) levaram uma bolada de R$ 32.953.918,65 cada. O prêmio máximo da Mega-Sena não saía desde o 1 de novembro, quando levou R$ 2,5 milhões, quando um acertador levou R$ 2,5 milhões.

As dezenas sorteadas foram:

05  –  11  –  13  –  21  –  53  –  54

Segundo a Caixa Econômica Federal, 142 apostas acertaram a quina e levarão quase R$ 29 milhões cada uma. Já a quadra teve 11.405 apostas ganhadoras que receberão R$ 515,80 cada um. A arrecadação total é de mais de R$ 71 milhões.

Quem pretende levar os R$ 2,5 milhões no próximo concurso (02/11) pode fazer as apostas até as 19h (de Brasília) do dia do próximo sorteio em qualquer lotérica do País. A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 3,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do Brasil.

 
 

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Vacina da dengue não deve ser tomada por quem nunca teve a doença, diz nova recomendação da Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) passou a recomendar nesta quarta-feira (29) que a vacina da dengue, vendida na rede privada na maior parte do Brasil, não seja tomada por quem nunca teve a doença. A partir de agora, a imunização é considerada segura apenas para aqueles que já foram infectados pelo vírus.

A “Dengvaxia”, fabricada pelo laboratório francês Sanofi Pasteur, passou por testes de segurança. De acordo com informações preliminares, que precisam de uma análise mais completa dos estudos, alguns indivíduos apresentaram formas mais graves da doença após a aplicação – isso ocorreu em pessoas que não haviam tido um contato prévio com o vírus.

Por enquanto, a bula será atualizada. A Anvisa disse que irá analisar os resultados completos para se posicionar novamente.

Todas as diretrizes para vacina de dengue, recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), dizem que é necessário um acompanhamento dos pacientes dos testes iniciais por mais quatro anos. De acordo com a Sanofi, isso foi feito.

“A gente observou alguns casos de febre, fizemos o exame da prova do laço. Houve um aumento das células vermelhas no sangue, queda das plaquetas e manchas roxas no corpo e nas gengivas”, disse a diretora da Sanofi, Sheila Honsani.

Com isso, uma pesquisa foi feita pela farmacêutica para observar se as pessoas com reações já tinham sido infectadas pelo vírus da dengue.

“Vimos que quem nunca tinha tido a dengue apresentou um maior risco, um risco pequeno, de 0,5%, mas houve um aumento dos efeitos colaterais”, explicou Honsani.

“Decidimos entregar pra Anvisa e para outras agências reguladoras do mundo uma recomendação de que entendemos que para o soro negativo (pessoa que não foi infectada ainda) não existe um benefício em ser vacinado”, completou.

Em números absolutos, a farmacêutica informa que para os próximos 5 anos o risco estimado para pessoas nunca infectadas é de 5 casos de hospitalização por 1 mil pacientes vacinados.

A Anvisa passou a recomendar, portanto, que pessoas que não tenham apresentado a doença não se vacinem. O órgão esclarece que o risco não havia sido identificado nos estudos apresentados para o registro.

 

Mosquito Aedes aegypti é transmissor da dengue (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)Mosquito Aedes aegypti é transmissor da dengue (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

Mosquito Aedes aegypti é transmissor da dengue (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

A vacina

A “Dengvaxia” foi aprovada em dezembro de 2015 e passou a ser distribuída em julho do ano seguinte. Ela não é oferecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), mas está disponível para o estado do Paraná.

Antes do pedido de registro junto à Anvisa, 40 mil pessoas passaram por testes. Os ensaios clínicos seguiram os padrões exigidos pela OMS, de acordo com a agência.

“A gente mostrou a eficácia da vacina de proteção de 2 em cada 3 indivíduos, a proteção de casos graves de 93% e a eficácia contra hospitalização de 80% na população entre 9 e 16 anos”, disse a diretora da Sanofi.

Segundo Sheila, a indicação a partir de 9 anos foi colocada inicialmente porque foi visto que as crianças menores “tinham respondido mal à vacina”.

“Nós não sabíamos dizer se as crianças respondiam mal porque era uma questão de maturidade do sistema imunológico, ou se nunca tinham tido dengue antes. Várias dúvidas surgiram e a gente começou a questionar”.

Até o momento, a vacina “Dengvaxia” é a única aprovada por órgãos regulatórios no mundo. Mas existem outras vacinas em estudo. A que está em fase mais avançada é a que foi desenvolvida em parceria entre o Instituto Butantan e os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH), que já deu início à ultima fase de testes clínicos antes de ser submetida à Anvisa para registro.

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Horário de Verão termina no próximo domingo (19)

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O horário de verão termina no próximo domingo (19), a partir da 0h, quando os relógios devem ser atrasados em uma hora nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A medida, em vigor desde outubro, visa proporcionar uma economia de energia para o País, com um menor consumo no horário de pico (das 18h às 21h), pelo maior aproveitamento da luminosidade natural.

Com isso, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade. A mudança de horário é adotada no Brasil desde 1931.

A previsão do governo é de que o Horário de Verão deste ano resulte em uma economia de R$ 147,5 milhões, por causa da redução do uso de energia de termelétricas. Na edição anterior (2015/2016), a adoção do horário possibilitou uma economia de R$ 162 milhões.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil

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Inscrições para o Fies devem começar hoje, diz MEC

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As inscrições para o Financiamento Estudantil (Fies) devem ser abertas nesta terça-feira (7) pelo site http://fiesselecao.mec.gov.br, segundo o Ministério da Educação. A previsão da pasta é queo sistema fosse aberto ao meio-dia, o que não tinha ocorrido até por volta das 12h50.

Esta edição já passa a vigorar sob novas regras anunciadas na tarde de segunda-feira que prevê limite de financiamento de R$ 5 mil por mensalidade.

O prazo de inscrição desta edição do primeiro semestre de 2017 vai até as 23h59 desta sexta-feira (10). A chamada única e lista de espera saem na próxima segunda-feira (13), o edital do programa publicado no Diário Oficial da União desta terça.

Serão oferecidas 150 mil vagas de contratos de financiamento. Em janeiro, o governo havia garantido que o número de novos contratos do programa em 2017 seria pelo menos igual ao de 2016, ou seja, no mínimo 220 mil, considerando os dois semestres. No primeiro semestre de 2016, foram abertas 149 mil novas vagas.

Pode se inscrever o candidato que tenha feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e tenha obtido média mínima nas provas de 450 pontos e nota acima de zero na redação. Também é necessário ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.

Na segunda, o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou uma redução em 34,7% no valor máximo das mensalidades financiadas. Sendo assim, o limite passa a ser de até R$ 5 mil por mensalidade.

O novo teto sinaliza, segundo o ministro Mendonça Filho, o primeiro passo na reestruturação completa do Fies. Atualmente, um grupo do MEC em conjunto com representantes da Fazenda trabalha em alterações que devem ser anunciadas no fim de março.

O Fies oferece contratos de financiamento de cursos de graduação em universidades e faculdades particulares. Os candidatos são selecionados com base em suas notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e por critérios socioeconômicos. Atualmente, o Fies financia cerca de 1,5 milhão de estudantes no Brasil, com cerca de 49,8% de inadimplência.

 

Neste ano, o MEC prevê gastar R$ 1,5 bilhão com novos contratos. O desembolso total do governo já ultrapassa R$ 20 bilhões com os contratos de financiamento, sendo que além deles ainda há cerca de R$ 9 bilhões extras com custos fiscais.

Teto nas mensalidades

No semestre passado, o teto de financiamento do Fies era de R$ 42 mil. Segundo o ministro, caso o mesmo teto fosse mantido, ele teria que ser reajustado e subiria para R$ 46 mil.

Mendonça Filho disse que a função do governo é “definir critérios de financiamento, e não simplesmente financiar a qualquer preço um curso a partir de uma mensalidade determinada por um ente privado”.

Mansueto Facundo de Almeida Júnior, do Ministério da Fazenda, explicou que o pacote está sendo estudado por um comitê interministerial e que o objetivo é garantir a “sustentabilidade, a previsibilidade, a transparência e o controle” do Fies.

Mansueto explicou que as mudanças são uma reação ao crescimento exponencial do Fies nesta década. “De 1998 até 2009, 2010, o total de alunos com crédito estudantil não passava de 200 mil”, disse ele. “De 2010 a 2015 passou de 200 mil para 1,9 milhão.”

Atualmente, há 1,5 milhão de contratos ativos, segundo dados do MEC. Mansueto também comparou o financiamento público no ensino superior privado com as universidades públicas. Segundo ele, em menos de dez anos, o número de matrículas no setor privado financiadas pelo poder público é semelhante ao número de vagas de graduação no setor público abertas em cinquenta anos.

Reestruturação do Fies

Apesar de a mudança completa do Fies estar prevista para ser anunciada somente em março, MEC e Fazenda apontaram diretrizes:

  • Programa deve apontar com antecedência o total de vagas que serão ofertadas a cada ano
  • Não há previsão de que bancos privados participem do Fies
  • Ministério estuda ampliação do Prouni como contrapartida às mudanças
  • Orientação para os estudantes sobre a realidade local do mercado de trabalho para que avaliem a relação custo benefício do financiamento
  • Divulgação regular de relatórios de acompanhamento do Fies

Contratos vigentes

O Fies exige que os universitários renovem o contrato a cada semestre letivo, para confirmar ou alterar as informações. Estudantes que já têm contrato de financiamento do Fies podem fazer o aditamento para o segundo semestre de 2017 até o dia 30 de abril.

No ano passado, cerca de 30 mil estudantes perderam seus contratos do Fies porque eles não foram renovados para o primeiro semestre letivo de 2017. O número representa 2% do total de cerca de 1,5 milhão de contratos vigentes.

Cada contrato de financiamento deve ser renovado (ou aditado) a cada novo semestre. Primeiro, o sistema, chamado SisFies, é aberto para que as instituições insiram os dados sobre os contratos dos estudantes. Depois, o sistema dá acesso aos estudantes, que verificam e validam as informações, para que então o procedimento de renovação contratual seja finalizado.

No caso de aditamentos não simplificados, ou seja, quando algum dado cadastral precisa ser alterado, como, por exemplo, o fiador, o processo tem uma etapa extra: ao acessar o SisFies, o estudante precisa emitir um Documento de Regularidade de Matrícula (DRM) e entregá-lo ao banco que serve como agente financeiro do contrato.

g1.com

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